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EL TÍO ARTISTAS · SITE

Um site que é seu, em cada cidade onde te escutam.

Os seguidores estão em uma plataforma e os ouvintes em outra. O seu site com domínio próprio está em 8 idiomas e posicionado no Google e no ChatGPT, Perplexity e Gemini, para que o promotor e o fã de outra praça te encontrem.

Quero meu site Auditar meu projetoPor enquanto, o Audit está só em espanhol. Se preferir conversar no seu idioma, fale com a gente pelo WhatsApp ou em hola@eltio.net.

A partir de USD 300. Ver pacotes

Buenos Aires Cidade do México Santiago Bogotá Madri Lima Barcelona Montevidéu São Paulo Guadalajara Córdoba Medellín Rosário Quito Valência Assunção La Plata Lisboa Tijuana Mendoza
Emprestado
Os ouvintes e os seguidores. Grandes, e da plataforma.
Próprio
Aqueles para quem você pode escrever amanhã sem pedir permissão a ninguém.

Desenho de exemplo. As proporções são as de um projeto sem lista própria, que é o ponto de partida mais comum.

00SEU SITE

A sua bio, as suas datas e o seu contato de booking, no seu nome.

A partir de USD 300 e USD 39 por mês. Ver pacotes

  1. Domínio próprio

    O site do projeto com bio, música, datas, imprensa e o contato para booking.

  2. 8 idiomas

    Espanhol, inglês, português, francês, alemão, italiano, chinês e japonês, para o promotor de outra praça.

  3. Google e IA

    Posicionado para aparecer quando procuram o seu nome ou o seu gênero em uma cidade, também no ChatGPT, Perplexity e Gemini.

LADO A · ALÉM DISSO, PARA O SEU SETOR

O que decide se o projeto é seu.

Quatro faixas extras, para quando você quiser mudar a conversa com um promotor.

A1O PÚBLICO EMPRESTADO

Um seguidor não é um contato, e essa diferença custa dinheiro.

Um número que fica bonito num print e do qual não dá para tirar um único endereço de e-mail não é um ativo. É uma métrica de outra pessoa.

Uma caixa de madeira com discos apertados, vista de cima, com as lombadas das capas formando uma fileira de cor
O catálogo é seu.
Um fichário de madeira aberto com as fichas de cartolina apertadas e algumas abas amarelas separando
A lista, se existir, também.
Close do selo central de um disco, em amarelo-enxofre, com o furo do eixo e os sulcos em volta
O seguidor, não.

A2O MAPA

Onde tem gente de verdade, cidade por cidade.

Uma lista própria de fãs, com cidade, país e contato, e em cima disso o mapa de onde está a gente de verdade.

Um mapa de papel dobrado aberto sobre uma mesa, com adesivos amarelos marcando pontos e uma linha a lápis ligando todos
A rota é desenhada com o que existe, não com o que se acha.

Uma lista própria com cidade, país e contato, e em cima disso o mapa. Para de se discutir se vale a pena abrir uma praça: olha-se onde já tem gente que disse sim, e com isso se monta a rota.

O incentivo é o artista quem dá: uma faixa inédita, uma pré-venda antes de todo mundo, um set fechado, lista VIP. Sem incentivo não se capta nada, e dizemos isso na primeira reunião. Isso é um sistema montado sobre ferramentas que já existem, não uma plataforma nossa.

A3A LISTA PRÓPRIA

Quatro coisas, e nenhuma é truque.

  1. O incentivo

    Sem algo em troca ninguém deixa o e-mail, e o que se oferece é o artista quem escolhe. Testa-se com um, mede-se quanto captou e, se não funcionar, muda-se o incentivo, não o sistema.

  2. A permissão

    A captação é feita com consentimento explícito e fica registrada. Uma lista sem permissão não é um ativo, é um problema.

  3. A cidade

    Cada contato entra com a cidade. Sem geografia, a lista serve para mandar um e-mail e para mais nada.

  4. O que fica

    A lista é sua, no seu nome e com os seus acessos. Se amanhã pararmos de trabalhar juntos, você leva.

A4O BOOKING COM EVIDÊNCIA

Um projeto com 12.000 ouvintes por mês e umas quinze datas por ano

O QUE OLHARÍAMOS
De onde são os ouvintes segundo o que as plataformas já mostram, que material inédito existe para usar como incentivo e quais contatos próprios existem hoje, que costumam ser zero.
O QUE BUSCARÍAMOS
Transformar uma parte pequena desse público emprestado em lista própria, e ver se as cidades onde há audição coincidem com as cidades onde o artista vem tocando.
O QUE ISSO ABRE
Se aparecem 120 pessoas próprias numa cidade onde ele nunca tocou, isso é uma conversa com um promotor que antes não existia.

O que mediríamos: quantos contatos próprios são captados por campanha, e de quais cidades.

A cabine de um clube pequeno durante o dia, com dois toca-discos, um mixer sobre um balcão de madeira gasto e discos encostados na parede
Negociar uma praça nova com dados próprios na mesa.
Uma caixa de papelão aberta no chão com camisetas dobradas em preto, creme e amarelo, e um maço de cartões em branco
O que dá para oferecer a uma lista que é sua.

LADO B

O que sustenta.

Três faixas. O lado B é o lado menor, e sem ele o lado A não toca.

B1A CAIXA

Oito peças, e se passam como se passam os discos.

O que é implementado. As três primeiras são do setor e as cinco seguintes são a base, que entra sempre e sustenta as outras três.

  1. 01Fan Map

    O mapa de onde está a gente de verdade, sobre a sua lista própria.

  2. 02Booking Radar

    O Fan Map cruzado com sinais de audição, territórios, casas e promotores, para ver quais mercados vale a pena trabalhar e com quem.

  3. 03Track Finder

    Entra uma referência e saem faixas parecidas. Ferramenta de trabalho para montar sets e buscar música.

  4. 04CRM

    Em cima do que você já tem. Se não houver, é montado com o circuito real do projeto.

  5. 05A sua base, organizada

    Uma linha por pessoa e não por interação, que é como costuma estar.

  6. 06Newsletter própria

    A sua lista para anunciar antes de todo mundo, sem pagar uma plataforma para chegar ao seu próprio público.

  7. 07Site próprio e editável

    O site do projeto, com as datas e o catálogo, que se atualiza sozinho.

  8. 08Chatbot que atende

    Responde o de sempre e encaminha o que não sabe com a conversa inteira junto.

Passe o cursor por cima de uma lombada para puxar o disco, ou percorra a caixa com as setas do teclado.

Usa fornecedores externos. Não é tecnologia própria e não vamos dizer que é.

B2O AUDIT

Sete áreas, e o setor por cima.

O Audit não olha uma música: olha o projeto. Um questionário guiado de 15 a 25 minutos, grátis, e daí sai o roteiro.

  • PÚBLICO

    Quanta gente segue você e para quantos você pode escrever amanhã sem depender de ninguém.

  • BOOKING

    Como as datas chegam e o que se sabe de cada praça e de cada promotor.

  • DADOS

    Onde o seu público escuta de verdade, e se isso coincide com onde você toca.

  • CONTEÚDO

    O que é publicado, quem produz e quanto tempo isso toma.

  • ATENDIMENTO

    Fãs e promotores escrevendo para o mesmo lugar, sem separação.

  • EQUIPE

    O que o management poderia resolver com as ferramentas que já existem.

  • FERRAMENTAS

    Com o que se trabalha hoje e o que é feito à mão por falta de sistema.

O AUDIT

48 h

Grátis: um questionário de 15 a 25 minutos e o mapa do seu projeto, com a ordem em que vale a pena resolver cada coisa.

Auditar meu projeto

Entregue em 24 a 48 horas úteis.

O custo de implementação sai no mapa, com o escopo de cada item ao lado. Não fazemos orçamento antes de medir.

Um canto de mesa de estúdio visto de cima, com uma planilha em branco sobre uma prancheta, fones de ouvido apoiados em cima e um caderno fechado
Primeiro, medir.

B3O QUE PERGUNTAM

O que costumam perguntar.

Eu já tenho muitos seguidores.

Sim, e eles não são seus. A pergunta é para quantos você pode escrever amanhã sem depender de ninguém.

Isso o meu social media já faz.

Publicar, sim. Captar com consentimento e ler geografia é outro trabalho.

E se o incentivo não funcionar?

Testa-se com um e mede-se. Se não captar, muda-se o incentivo, não o sistema.

Os dados são meus?

Sim, e continuam seus mesmo se você parar de trabalhar com a gente. É o único motivo pelo qual vale a pena fazer isso.